Mostrando postagens com marcador entrada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador entrada. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de abril de 2012

Grude: Patê de tomate


Minha Avó reclamava, mas sempre fazia...

Minha Mãe reclamava, mas às vezes fazia...

Eu não reclamo, mas raramente faço!

Hoje criei coragem e fui para a cozinha fazer o patê de tomate. A receita é simples, mas o que dá trabalho é ficar no fogão controlando para não queimar.

Quem já foi ao Gero (restaurante italiano em SP) já experimentou este patê no couvert...é muito bom!

Hoje matei saudade...

Quem quiser a receita mande e-mail para udigrude"arroba"gmail"ponto"com

Abraço


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Ventresca di tonno

Para os japoneses, a parte mais valorizada do atum, é a barriga....ou o torô...

Os italianos também dão tratamento especial para esta parte do peixe, e usam para fazer uma conserva que é absolutamente deliciosa!

Não é fácil encontrar esta parte do peixe na feira, mas às vezes aparece. Se não tiver a barriga, peça um pedaço que tambem seja gorda e não seja muito grossa.

Ponha numa salmoura de sal grosso bastante saturada e deixe o peixe nesta salmoura por aproximadamente  3 horas (na geladeira).

Após este período, coloque bastante água numa panela funda, adicione alguns grãos de pimenta, um pouco de sal, uma folha de louro e o atum. Ligue o fogo e após levantar fervura, conte 10 minutos e desligue.

Deixe o atum na água por mais 10 minutos.

Num frasco (com tampa) de vidro, coloque o peixe, dois ou três grãos de pimenta e complete o vidro com 50% de azeite e 50% de óleo de canola*. Tampe e guarde na geladeira por alguns dias.

Fica fantástico numa niçoise, com torradas (pão camponês, azetie e pimenta do reino) ou numa massa com tomates cereja e manjericão.

* o óleo de canola tem sabor suave, e para uma conserva, usar 100% de azeite é um pouco de desperdício.

Vamos em frente!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Oeuf Mollet

Eu nunca fui grande fã de ovo. Eu não como ovo quente, frito, nem pochê e faço duas leves excessões para o omelete (pelo recheio) e para ovo mexido. Porém, posso passar anos sem estes dois pratos.

Nas várias vezes que fui ao Brasserie Le Jazz, eu via clientes comendo o Oeuf Mollet e ficava com vontade de experimentar.

Hoje resolvi provar o dito ovo, que depois de levemente cozido, é empanado e frito. Vem acompanhado de molho de cogumelos e azeite trufado.

É simplesmente S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L!!! Dá vontade de lamber o prato! A sorte é que vem com uma fatia de pão torrado, para aproveitar até a última "raspa" do molho!

Eu recomendo!

Vamos em frente!

P.S. prometo uma foto dele quando voltar lá!