Um blog dedicado a dois grandes prazeres: Marcenaria ("udi" de wood) e Gastronomia ("grude" de comida). Ultimamente mais "UDI", do que "GRUDE"!
domingo, 8 de junho de 2014
Nova aquisição: Catálogos
Eu sempre fui aficcionado por catálogos…os novos pelas novidades…e os antigos pela curiosidade daquilo "tudo que eu já perdi"!!
Recentemente comprei estes dois catálogos de ferramentas Stanley, que foram impressos provavelmente nos anos 90, digo anos 1890 (foi o que disse o vendedor)!
O primeiro está em condição bastante ruim, mas o segundo está muito bom.
Devo reproduzi-lo em breve!
Vamos em frente!
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Plainas: custo x benefício
Em dois tópicos recentes no GDM foram abordados a questão do "importado x nacional" e uma outra que desviou para a questão da versatilidade de uma ferramenta. Estas discussões estão relacionadas com a questão do "custo x benefício", dado que as ferramentas de maior qualidade são importadas. E as importadas de qualidade custam caro no exterior e aqui ainda mais pela questão dos impostos. Então vamos pensar no custo x benefício.
Custo x Benefício nada mais é que maximizar o recurso disponível (dinheiro) para obter o maior retorno possível (bem ou serviço), ou seja, o quanto você quer gastar para se satisfazer mais. Isto depende de cada pessoa, de quanto ela tem de renda ou reserva e de como cada um gasta o seu dinheiro. Tem gente que se contenta com coisas mais simples, tem gente que prefere coisas mais "complexas".
Eu sempre prefiro ter menos ferramentas, porém ferramentas de melhor qualidade. Existem ferramentas de todos os gostos, das mais baratas às caríssimas e eu não vejo razão para comprar uma ferramenta ultra sofisticada, de materiais extremamente modernos ou ferramentas feitas artesanalmente cujos preços são estratosféricos. Mas não me arisco numa ferramenta de qualidade inferior ou duvidosa. Meu recurso não é escasso, mas também não sobra para arriscar com um produto que durará pouco ou vai consumir tempo para atingir o grau de funcionalidade que eu exijo.
Dito isto, uma outra opção que eu adotei foi de usar ferramentas versáteis e evitar feramentas que tivessem um uso muito específico. Minha primeira plaina foi uma "block", que era "rabbet", o que me poupou de comprar uma "shoulder" durante muito tempo. Tenho uma #5 1/2 (a verdadeira "jack"), que usei para vários trabalhos, desde desempeno, desengrosso (se não for muito expressivo) e acabamento. Ao longo do tempo comprei uma "smoother" e, mais recentemente, uma "jointer".
Acredito que desta maneira eu racionalizei meus recursos, comprando ferramentas que durarão o resto da minha vida e ainda poderei passar até para o meu neto. Se precisar de dinheiro, são ferramentas que perderão pouco valor e poderei me desfazer delas num "piscar de olhos".
É assim que penso e assim que faço, mas cada um faz o que quer.
Vamos em frente!
Custo x Benefício nada mais é que maximizar o recurso disponível (dinheiro) para obter o maior retorno possível (bem ou serviço), ou seja, o quanto você quer gastar para se satisfazer mais. Isto depende de cada pessoa, de quanto ela tem de renda ou reserva e de como cada um gasta o seu dinheiro. Tem gente que se contenta com coisas mais simples, tem gente que prefere coisas mais "complexas".
Eu sempre prefiro ter menos ferramentas, porém ferramentas de melhor qualidade. Existem ferramentas de todos os gostos, das mais baratas às caríssimas e eu não vejo razão para comprar uma ferramenta ultra sofisticada, de materiais extremamente modernos ou ferramentas feitas artesanalmente cujos preços são estratosféricos. Mas não me arisco numa ferramenta de qualidade inferior ou duvidosa. Meu recurso não é escasso, mas também não sobra para arriscar com um produto que durará pouco ou vai consumir tempo para atingir o grau de funcionalidade que eu exijo.
Dito isto, uma outra opção que eu adotei foi de usar ferramentas versáteis e evitar feramentas que tivessem um uso muito específico. Minha primeira plaina foi uma "block", que era "rabbet", o que me poupou de comprar uma "shoulder" durante muito tempo. Tenho uma #5 1/2 (a verdadeira "jack"), que usei para vários trabalhos, desde desempeno, desengrosso (se não for muito expressivo) e acabamento. Ao longo do tempo comprei uma "smoother" e, mais recentemente, uma "jointer".
Acredito que desta maneira eu racionalizei meus recursos, comprando ferramentas que durarão o resto da minha vida e ainda poderei passar até para o meu neto. Se precisar de dinheiro, são ferramentas que perderão pouco valor e poderei me desfazer delas num "piscar de olhos".
É assim que penso e assim que faço, mas cada um faz o que quer.
Vamos em frente!
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Plainas…enfim…
WWW
No total foram 14 postagens falando destas "bichinhas"…porém, acho que mesmo falando tanto, não cobri 30% do que existe em termos de plainas.
Faltaram as polivalentes, com lâminas intercambiáveis, plainas para molduras, plainas orientais ou ainda outras mais específicas.
Para quem quer se aprofundar neste assunto, eu recomendo os seguintes foruns/sites, que foram usados como fonte para estas postagens:
- Blood & Gore (www.supertool.com) do Patrick Leach, que cobre toda a linha Stanley e é um dos meus preferidos;
- Handplane Central (www.handplane.com), que é quase uma enciclopédia de plainas e vale a pena ser visitado;
- Record Planes (www.record-planes.com), que trata das plainas produzidas pela Recor;
- Record Handplanes (www.recordhandplanes.com), também falando das plainas Record;
- Popular Woodworking (www.popularwoodworking.com), revista de marcenaria;
- Fine Woodworking (www.finewoodworking.com), revista de marcenaria;
No Brasil, a melhor fonte para ter ifnormações das plainas é o fórum GDM, onde este assunto é fartamente abordado.
- Guia do Marceneiro (www.guiadomarceneiro.com/forum/)
Estes sites falam de plainas…ainda não abordei como e onde comprar plainas ou como restaurar uma plaina.
Vamos em frente!
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Plainas 14: acabamento final
São plainas que trabalham como as rapilhas…são usadas para dar acabamento antes da "proteção"(seladora, óleo, cera, etc…)
A quantidade de material retirado é bem menor que uma plaina convencional…
Os modelos mais comuns da Stanley são a #12 (e # 12 1/2), a #80 e a #112, na sequencia das fotos mostradas aqui. Tem ainda a #212 e #85, mais raras e procuradas pelos colecionadores.
A Lie-Nielsen fabrica modelos baseados na #112, na #212 e #85 e a Veritas tem modelos com design mais moderno, porém com a mesma funcionalidade.
Próxima!
domingo, 25 de maio de 2014
Plainas 13: curvas…
Sim, elas existem…grandes e pequenas…para dar acabamento ou dar a forma arredondada…
Mas, exceto as usadas para fazer molduras, é raro utilizar uma destas.
É mais fácil partir de uma plaina de madeira com a sola plana e fazer a curvatura desejada a comprar uma plaina de metal para este fim.
A Stanley tem a #13 e a #113, sendo esta última mais fácil de ser encontrada no Brasil. A da foto é uma "squirrel tail" (rabo de esquilo) baseada no modelo #100 1/2 da mesma marca.
Vamos em frente!
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